sábado, 2 de abril de 2011

AMOR BRUXO

MeuBruxo.jpg

De onde vens feiticeiro
da face pálida e do olhar sem cor
mas que me observa insistente
fazendo-me rosa e quente corar?

De onde vens que em seu infinito silêncio
me diz coisas íntimas tão boas de ouvir
e ao tocar-me de leve faz voar 
mais alto do que as aves de rapina?

De onde, esse cheiro de terras distantes
e florzinhas brancas colhidas em sonhos
vem, perfuma o quarto, invade o tempo
e muda as horas de lugar?

De onde vens não importa
se me chegas quando te preciso
trazendo contigo a chave
de meu desejo contido.

(Sônia Arruda)






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