domingo, 11 de março de 2012

Sistema CAPELA - 42 anos luz do Planeta TERRA

Sobre o assunto:















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Postagem de outubro/2011

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

PLANETA CAPELA

A criação de Adão - Michelangelo, 1511.

Os sufis, monges ascetas do Islamismo, apresentam uma maravilhosa narrativa que relaciona a entrada dos espíritos no planeta Terra com a origem da música. Contam estes religiosos que os espíritos rebeldes se recusavam terminantemente a entrar na Roda das Encarnações, pois sabiam das agruras que os aguardavam. Então, o Senhor Deus de Abrahão, em sua infinita sabedoria fez existir a música.

Assim, ao perceberem que algo diferente acontecia na atmosfera terrestre, os espíritos foram seduzidos pela maviosidade das flautas dos ventos e pelos tambores dos trovões, resignando-se diante da senda evolutiva determinada pelo Criador para a anulação do egoísmo. Lembremos que a música se manifesta pela vibração mecânica, o que só é possível no mundo material.

Ainda na mitologia sufi podemos encontrar outra narrativa que, independente de ser ou não corroborada por linguistas, traz uma mensagem de profunda sabedoria. Segundo este relato, a origem da palavra "música" está na frase que Deus falou ao coração do profeta Moisés: "Muse que!", palavras que no hebraico significam "Moisés, ouça!". Neste momento, o profeta recebeu de forma sensível os ensinamentos sagrados ao ouvir, do alto do Monte Sinai, os sons que ali chegavam vindo da planície: o canto dos pássaros, os pastores a tanger seus rebanhos, as vozes de crianças a brincar, os gritos de ódio e intolerância, os lamentos dos desesprados. Moisés "ouviu" o seu povo e assim pôde levar a todos conforto e esperança no encontro da Terra Prometida.

Fundindo todas estas histórias, sem a pretensão de se unificar tanta sabedoria disfarçada em alegorias, mantendo-se apenas o desejo de se homenagear a "Divina Arte", que lida com elementos essencialmente transcendentais por serem invisíveis - sons e silêncios - decidiu-se dar o nome Capella a este instrumento desenvolvido no atelier de Antônio de Pádua. Por tudo que esta estrela significou para os povos do mundo e pela ligação entre a luz, o som, a mitologia, a ciência e a poesia que sua companhia luminosa nos proporciona sempre que olhamos para o céu na direção de Auriga.



Capella significa "pequena cabra". Um nome prévio desta estrela era Amalthea, que era a cabra que amamentou o bebé Zeus. Existem muitas histórias antigas em relação a esta estrela, pois cada cultura na Antiguidade encontrou um lugar para esta brilhante companheira de Touro, o seu vizinho mais próximo.


Para encontrar Cocheiro, primeiro localize Orion. Touro é para a direita (Oeste) e mesmo por cima destes dois, muito mais alto no céu, verá Capella. Embora esta estrela marque aproximadamente o ponto médio da constelação, entre Sul e Norte, muitos dos mais interessantes aspectos da constelação são encontrados a Sul da estrela, para baixo até El Nath, a segunda estrela mais brilhante (gamma Aurigae) que é actualmente partilhada com Touro, e também conhecida como Beta Tauri.






Terra - Magnetismo

As estrelas de Cocheiro são razoavelmente brilhantes; cinco são de segunda magnitude ou mais brilhantes. Alpha Aurigae (Capella), é a sexta estrela mais brilhante, com uma magnitude de 0.08. A estrela está a 43.5 anos-luz de distância, e tem cerca de dez vezes o tamanho do nosso Sol.

A magnitude visual de Capella é na realidade o brilho combinado da estrela primária e de uma companheira, que tem uma revolução de 104 dias. Existe ainda outra companheira, muito mais ténue: uma anã_vermelha que é por si própria um pequeno binário.

Sistema binário
O jovem Cocheiro (ou Auriga) segura um chicote numa mão
e segura uma cabra (Capella) e as suas crias na outra mão.


O SISTEMA DE CAPELA

Nos mapas zodiacais, que os astrônomos terrestres compulsam em seus estudos, observa-se desenhada uma grande estrela na Constelação_do_Cocheiro, que recebeu, na Terra, o nome de Cabra ou Capela. Magnífico sol entre os astros que nos são mais vizinhos, ela, na sua trajetória pelo Infinito, faz-se acompanhar, igualmente, da sua família de mundos, cantando as glórias divinas do Ilimitado.

A sua luz gasta cerca de 42 anos para chegar à face da Terra, considerando-se, desse modo, a regular distância existente entre a Capela e o nosso planeta, já que a luz percorre o espaço com a velocidade aproximada de 300.000 quilômetros por segundo.

Quase todos os mundos que lhe são dependentes já se purificaram física e moralmente, examinadas as condições de atraso moral da Terra, onde o homem se reconforta com as vísceras dos seus irmãos inferiores, como nas eras pré-históricas de sua existência, marcham uns contra os outros ao som de hinos guerreiros, desconhecendo os mais comezinhos princípios de fraternidade e pouco realizando em favor da extinção do egoísmo, da vaidade, do seu infeliz orgulho.

UM MUNDO EM TRANSIÇÕES

Há muitos milênios, um dos orbes da Capela, que guarda muitas afinidades com o globo terrestre, atingira a culminância de um dos seus extraordinários ciclos evolutivos.

As lutas finais de um longo aperfeiçoamento estavam delineadas, como ora acontece convosco, relativamente às transições esperadas no século XX, neste crepúsculo de civilização.

Alguns milhões de Espíritos rebeldes lá existiam, no caminho da evolução geral, dificultando a consolidação das penosas conquistas daqueles povos cheios de piedade e virtudes, mas uma ação de saneamento geral os alijaria daquela humanidade, que fizera jus à concórdia perpétua, para a edificação dos seus elevados trabalhos As grandes comunidades espirituais, diretoras do Cosmos, deliberam, então, localizar aquelas entidades, que se tornaram pertinazes no crime, aqui na Terra longínqua, onde aprenderiam a realizar, na dor e nos trabalhos penosos do seu ambiente, as grandes conquistas do coração e impulsionando, simultaneamente, o progresso dos seus irmãos inferiores.



ESPÍRITOS EXILADOS NA TERRA
Foi assim que Jesus recebeu, à luz do seu reino de amor e de justiça, aquela turba de seres sofredores e infelizes.

Com a sua palavra sábia e compassiva, exortou essas almas desventuradas à edificação da consciência pelo cumprimento dos deveres de solidariedade e de amor, no esforço regenerador de si mesmas.

Mostrou-lhes os campos imensos de luta que se desdobravam na Terra, envolvendo-as no halo bendito da sua misericórdia e da sua caridade sem limites. Abençoou-lhes as lágrimas santificadoras, fazendo-lhes sentir os sagrados triunfos do futuro e prometendo-lhes a sua colaboração cotidiana e a sua vinda no porvir.

Aqueles seres angustiados e aflitos, que deixavam atrás de si todo um mundo de afetos, não obstante os seus corações empedernidos na prática do mal, seriam andariam desprezados na noite dos milênios da saudade e da amargura; reencarnariam no seio das raças ignorantes e primitivas, a lembrarem o paraíso perdido nos firmamentos distantes. Por muitos séculos não veriam a suave luz da Capela, mas trabalhariam na Terra acariciados por Jesus e confortados na sua imensa misericórdia.

Quando Capela alcançou o estágio de orbes de regeneração, os Espíritos indesejáveis foram banidos para a Terra, onde a magnanimidade do Cristo os recebeu e amparou. Alguns dos seus grandes líderes, já redimidos, renunciaram, por amor a eles, à glória e à felicidade do regresso a Sírius, e desceram, à sua frente, aos vales de dor da Terra primitiva, na condição de Grandes Guardiães. O maior de todos, o neto de Abrão, aquele Jacó que se transformaria em Israel, pai das doze tribos que se derivam dos seus doze filhos. Sempre atuante e sempre fiel, ele voltaria depois, como Moisés e como Elias, para tornar novamente ao mundo na figura sublime do Batista.

Fontes:
LUIZ AUGUSTO L. DA SILVA DIOMAR REUS SBARDELOTTO
| Físico e astrônomo Designer, grupo Astromídia


http://radeisis.blogspot.com/2010_07_25_archive.html