segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Homenagem ao meu amigo MINISTRO AYRES BRITO

Conheci o Ministro, na época que estava no TSE, eu estava no TRE,  ele hospedado nas Águas Quentes, final de semana, eu também, descansando do correria das eleições, estava lendo sobre FÍSICA QUÂNTICA, ele começou a me fazer perguntas sobre o tema e assim começou nosso bate-papo.

Descobri neste homem pequeno e gentil, a inteligência, assim conversamos o dia inteiro. A nossa amizade, não é de trabalho, já que é fruto de outro tema... a QUESTÃO DA ESPIRITUALIDADE.

Portanto, MINISTRO AYRES BRITO, eu considero um dos homens mais inteligente do meu país, SOU SUA FÃ.

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Carlos Augusto Ayres de Freitas Britto (Propriá18 de novembro de 1942) é umpoeta, acadêmico, professormagistrado e jurista brasileiro, foi presidente doSupremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).


Carreira

Bacharel em Direito (1966), pela Universidade Federal de Sergipe, instituição da qual se tornaria professor, é mestre e doutor pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Na sua trajetória profissional, ocupou, em Sergipe, os cargos de Consultor-Geral do Estado no governo José Rollemberg Leite (1975-1979), Procurador-Geral de Justiça [3] entre 1983 e 1984, e Procurador do Tribunal de Contas do Estado. Em1990, foi candidato a deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores[4][5], porém não foi eleito.

Em 2003, foi nomeado pelo presidente da RepúblicaLuiz Inácio Lula da Silva, para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal, em virtude da aposentadoria do ministro Ilmar Galvão. Presidiu o Tribunal Superior Eleitoral no período de 6 de maiode 2008 a 22 de abril de 2010, sucedendo ao ministro Marco Aurélio e sendo sucedido pelo ministro Ricardo Lewandowski. Foi eleito presidente do STF em 14 de março de 2012, com posse no cargo em 19 de abril, onde permaneceu até 18 de novembro de 2012, quando completou 70 anos e, pelas regras, foi aposentado compulsoriamente.[6]

É autor de diversas obras jurídicas e de poesia[7]. Conferencista requisitado, é membro da Academia Brasileira de Letras Jurídicas e da Academia Sergipana de Letras.

Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009[8]. Ao alcançar a data limite de 70 anos, foi aposentado compulsoriamente, deixando a presidência da Corte[9].