sexta-feira, 16 de maio de 2014

Ser enganada é humano, continuar a ser enganada é burrice

Eu pensei que esta pessoa era uma VITIMA DO SISTEMA, fiz ela ficar famosa no mundo inteiro, tentei até ajudar, até perceber, que ela é uma das pessoas mas DESONESTA QUE EXISTE.

Saber que está fazendo um teste D.N.A. com o Des. M.O.A., saber que é ela a responsavel, pelo ato de transar e ir até o local para encontro. Sendo assim, ela, JEISIANE NOGUEIRA DIAS, sabia que poderia engravidar.

Descobri, que o Des. M.O.A, não é pai de seu filho, de primeiro momento pensei que alguém usou o nome do Desembargador, mas depois descobri que foi orientada a dizer isto, sabendo que o verdadeiro pai é outro Desembargador, o mesmo que um dia já complicou minha vida em 1987, quando deu um cargo de Assessora para sua AMANTE, mas eu recebia meu salário como recepcionista e sua amante recebia no meu nome como Assessora.

Ele novamente esta me colocando no seus rolos AMOROSOS, para livrar a cara de suas AMANTES.  Des. ODILES, toma vergonha nesta cara e assumi publicamente, que MARIA AUXILIADORA e JEISIANE NOGUEIRA são  suas amantes.

EU NUNCA IREI SER SUA, SABE PORQUE, EU NÃO ME ENVOLVO COM HOMENS DESONESTOS E VAGABUNDOS... o Sr. pode ser Desembargador, mas eu tenho mais MORAL que o Senhor.

Portanto, não me venha me fazer de idiota novamente, que os seus dias estão contados, VAGABUNDO.

JESIANE NOGUEIRA DIAS, EU TE DEFENDI, VOCE COMPLICOU MINHA FAMILIA, AGORA VOCE TEM UMA INIMIGA, POR FAVOR, NÃO ME CUMPRIMENTE, POIS EU VOU ACABAR CONTIGO.

Sou a favor dos DIREITOS HUMANOS, sendo assim, tentei te ajudar, achando que era uma VITIMA DO SISTEMA, mas não, você é pior, NÃO É VITIMA, VOCÊ É A PROPRIA ALGOZ, VOCÊ É O SISTEMA.


JEISIANE NOGUEIRA - MANICURE DA ANTONIA CABELEIREIRA - ARAES.

VOCE SABE O QUE É SER CONDENADA POR UMA SOCIEDADE, DEPOIS TODA ESSA SOCIEDADE DESCOBRIR QUE FOI ENGANADA POR VOCE E A GANGUE DE ORGIA.

A MASCARA CAIU ... EU DESCOBRI QUE VOCE, NÃO É UMA EX-GAROTA DE PROGRAMA VITIMA DO SISTEMA, VOCE É O SISTEMA.


O DESEMBARGADOR E A GAROTA DE PROGRAMA – Jus Sperniandi de M.O.A não pára investigação de paternidade. Ou ele faz exame de DNA ou será declarado pai do menino pelo Tribunal de Justiça

Por Enock Cavalcanti em Cidadania - 16/07/2010 9:01
Na tarde desta quarta-feira, 14 de julho, a Quinta Câmara Civel do Tribunal de Justiça de Mato Grosso rejeitou o embargo de declaração que havia sido apresentado pelo réu na ação de reconhecimento de paternidade do menor M.V.N.D, que seria filho do magistrado que integra os quadros do Poder Judiciário de Mato Grosso e vem sendo identificado apenas como M.O.A, no processo que corre sob segredo de Justiça. Cabe, ainda recurso contra a decisão aos tribunais superiores. Caso não recorra no prazo, o magistrado-réu ficará obrigado a se submeter, finalmente, ao tão atacado exame de DNA, sob pena do TJ declarar, de oficio, o reconhecimento de sua paternidade. As informações que correm no TJ dão conta de que o magistrado M.O.A, nesta semana, entrou em licença médica.
      Entenda o caso
      A ação é de 2007 e corre em segredo de Justiça, pois envolve menor de idade. Em consulta ao próprio site do TJ-MT, verifica-se que o recurso de apelação nº 22766/2009 traz como uma das partes o apelado M.O.A.. Segundo o parecer do MPE, feito pela procuradora Maria Ângela Veras Gadelha, o julgamento se deu de maneira antecipada e sem produção de prova pericial requerida pela parte. A data da coleta de material para o exame de DNA estava marcada para o dia 02 de março de 2009, mas o juiz A. I., na ocasião plantonista da 2ª Vara de Família Pública julgou, através de liminar, improcedente a Ação de Investigação de Paternidade com Alimentos nº 581/2007 por "ausência de provas". No final de março de 20120, por unanimidade, a Quinta Câmara Cível do TJ, sob a relatoria do desembargador Sebastião de Moraes Filho,  deferiu o parecer do Ministério Público Estadual que fez nova carga  pelo prosseguimento da ação. Em seu voto, Sebastião de Moraes Filho afirmou que a criança tem o direito constitucional de saber quem é o seu pai. E relegou a um plano secundário o fato da mãe do menor ser garota de programa ou não. "Isso não é relevante (ser garota de programa). O que estamos discutindo é o direito da criança, e não o da sua mãe", afirmou em seu voto o desembargador Sebastião de Moraes Filho. Os desembargadores Carlos Alberto Alves Rocha e Leônidas Duarte Monteiro (então presidente da Câmara) também votaram pelo deferimento do recurso. M.O.A. manteve sua rebelião diante da ordem judicial, apresentando embargo de declaração contra a decisão dos três desembargadores que foi ontem rejeitada pelos desembargadores Sebastião de Moraes Filho e  Carlos Alberto Alves Rocha e pela juiza Vandimara Zanolo, em substituição.

http://paginadoenock.com.br/o-desembargador-e-a-garota-de-programa-jus-sperniandi-de-m-o-a-nao-para-investigacao-de-paternidade-ou-ele-faz-exame-de-dna-ou-sera-declarado-pai-do-menino-pelo-tribunal-de-justica/


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Defensora evita que ação de paternidade contra um desembargador seja encerrada; recurso será julgado 4ª


Da Redação - Alline Marques
Misteriosamente, uma ação de paternidade envolvendo um desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) foi encerrada antes mesmo que o exame de DNA ficasse pronto, apesar de já estar marcado. Evitando que uma injustiça fosse cometida, uma defensora pública entrou com recurso antes que prescrevesse o prazo solicitando o retorno do processo ao Fórum.

Fontes da Defensoria Pública informaram que em janeiro deste ano o processo foi dado por encerrado por um magistrado de Cuiabá sem a conclusão da paternidade. Detalhe: a sentença teria sido proferida durante um fim de semana. A autora, uma suposta ex-garota de programa, M. V. N. D., representada por sua mãe J. N. D, pediu para recorrer, porém ninguém se “interessou” pelo caso.

Foi então que uma defensora, no exercício legal da sua profissão, recorreu ao TJMT e a apelação irá a julgamento nesta quarta-feira (31), conforme publicação no Diário de Justiça. “Não há nada de estranho no recurso. De estranho apenas a sentença”, declarou uma fonte da Defensoria Geral ao Olhar Direto.

Conforme o Olhar Direto apurou não há motivos para o encerramento do processo, uma vez que o exame de DNA não havia sido realizado, porém estava marcado. Além disso, o magistrado que proferiu a decisão alegou que o processo estava parado. De acordo com uma fonte da Defensoria, ação estava "correndo normalmente".

O desembargador M. O. A. está sendo acusado de ser o pai, porém nos bastidores no Tribunal, o caso é guardado a sete chaves e o jogo de pressões vem ocorrendo sem a devida discrição. As pressões estão recaindo, sobretudo, sobre o relator do processo, desembargador Sebastião de Moraes Filho.

O caso tem desdobramentos imprevisíveis e poderá inclusive parar no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) diante das supostas irregularidades processuais, de desvio ético e de conduta de magistrados.

“Ao poder Judiciário e ao Tribunal de Justiça, independente de quem for a vítima, cabe fazer justiça em si e não proteger ‘a’ ou ‘b’ por conta de seus cargos. O TJ tem que ser passado a limpo, doa a quem doer e seja quem for os envolvidos em qualquer falha ou desvio administrativo”, declarou fonte do Tribunal.

Veja o andamento do processo:

Leia também:

http://www.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?id=93097