sábado, 16 de maio de 2015

Pílula do DIA SEGUINTE, legislação brasileira

Caro amigos e leitores,


Devido uns problemas técnicos e de má informação, alguém me DENUNCIOU, por indicar as pessoas a PILULA DO DIA SEGUINTE, tendo em vista a IGNORÂNCIA de muitas pessoas e falta de conhecimento, alguém acredita ser algo PROIBIDO.

Informando que, muitas pessoas podem EVITAR uma gravidez não planejada, por meio desta pilula, que não permite a fecundação, portanto, não é um ABORTO, é um ANTICONCEPCIONAL, COM EFEITOS POSTERIORES AO ATO SEXUAL, pela LEI NÃO CONFIGURA ABORTO, APENAS PREVENÇÃO, LIBERADO EM REDE PÚBLICA.

QUE AS MÁS LINGUÁS, ESTUDEM ANTES, DE FAZER UMA DENUNCIA, PARA NÃO PASSAR COM LOUCOS E MAUS  INFORMADOS.


Informando que esta PILULA TEM NA REDE PUBLICA, qualquer um pode pegar, ou pode ser comprada em Farmácias, sem receita médica.


SEGUE INFORMAÇAO DA JUSBRASIL:


Ministério facilita acesso à pílula do dia seguinte


17 de abril de 2013
Medicação gratuita pode ser entregue na rede pública sem receita médica
Cartilhas orientam profissionais de saúde sobre a distribuição do contraceptivo; entidades apoiam
JOHANNA NUBLAT DE BRASÍLIA
O governo federal distribuiu cerca de 175 mil cartilhas na rede pública de saúde com o objetivo de facilitar o acesso das mulheres à chamada pílula do dia seguinte.
É a primeira vez que o Ministério da Saúde dá orientações claras a médicos e enfermeiros de postos de saúde e hospitais sobre a distribuição do contraceptivo emergencial.
No livreto, o governo reforça que os comprimidos podem ser entregues por enfermeiros sem exigência de receita médica. A prescrição continua sendo obrigatória para venda nas farmácias, apesar de, na prática, a prescrição não ser exigida.
A Folha revelou em março de 2012 que o acesso à pílula era precário no SUS. A prática, muitas vezes, era exigir a receita médica, mas consultas com ginecologistas podiam demorar até dois meses.
A pílula do dia seguinte tem efeito contraceptivo até o quinto dia após uma relação sexual desprotegida.
"O benefício é tão absurdamente vantajoso que vale a pena. É uma forma de evitar aborto, porque evita uma gravidez indesejada", disse Helvécio Magalhães, secretário de Atenção à Saúde.
O Conselho Federal de Medicina diz que não foi informado oficialmente. Resolução da entidade diz que "cabe ao médico a responsabilidade pela prescrição [da pílula] como medida de prevenção" à gravidez indesejada. É possível, porém, que a norma seja reavaliada agora.
APOIO
A medida é apoiada pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia.
"No Brasil, muitas informações que chegam à população não são científicas, passam pelo crivo religioso. Muitos dizem que a pílula do dia seguinte é abortiva, mesmo entre profissionais da saúde", declarou Olímpio Barbosa Moraes Filho, dirigente da entidade.
'EMERGÊNCIA'
A previsão é que neste ano sejam entregues cerca de 1 milhão de cartelas do levonorgestrel (pílula comprada e distribuída pelo ministério).
O governo alerta que o remédio não deve ser usado para substituir o método contraceptivo de rotina. E destaca ainda que as usuárias que receberem o medicamento devem receber também orientação sobre planejamento reprodutivo.
"O próprio nome já diz: é de emergência'. A pílula não deve ser entregue mecanicamente, tem que ser acompanhada de um processo educativo", afirma Ana Costa, presidente do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde.
Fonte: Folha de S. Paulo

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