quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Diferença entre Testosterona e Progesterona Leia mais em: http://testosterona.me/diferenca-entre-testosterona-e-progesterona/

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Testosterona e Progesterona são dois dos principais hormônios masculinos e femininos, respectivamente. Eles atuam sobre a reprodução humana e são conhecidos como hormônios sexuais. Hoje, você vai entender melhor como os dois funcionam.

A Testosterona é sintetizada nos testículos pelas chamadas células de Leydig, que são especializadas nesta função.

E é responsável pelos traços marcantes masculinos, entre eles os pelos corporais e a maior incidência de massa muscular. Ou seja, as características sexuais secundárias.

No embrião, a presença do hormônio masculino determina a formação dos órgãos sexuais correspondentes. Enquanto a ausência de Testosterona faz com que ocorra o desenvolvimento dos órgãos sexuais femininos.

E por falar em mulher, a Progesterona, juntamente com o estrógeno (ou estrogênio), atua nas diversas fases do ciclo menstrual feminino. O hormônio é produzido pelo corpo lúteo, que é formado a partir do folículo.

O fato é que do estágio inicial do embrião à vida adulta nosso cérebro e demais tecidos do corpo são inundados constantemente pelos hormônios sexuais ligados à configuração XX ou XY.

São hormônios que definirão não apenas se o novo ser terá pênis ou clitóris, testículos ou ovários, mas as condições arquitetônicas dos circuitos de neurônios que participam do processamento das emoções.

Dizem até que as desavenças entre mulheres e homens começam no instante em que o espermatozoide penetra o óvulo. Mas isso é outra história…

Progesterona e Testosterona: as diferentes formas de atuação dos hormônios


Voltando um pouco no intrigante mecanismo da reprodução humana, vamos ao capítulo ovulação – e como a Progesterona participa dele.

No 14º dia do ciclo menstrual, ao perceber a ovulação, o hipotálamo muda radicalmente seu trajeto natural, avisando a hipófise que é hora de liberar mais hormônio luteinizante (LH) para fazer o ovário produzir Progesterona.

A função da Progesterona neste caso será a de preparar a base na qual o óvulo fecundado passará seguramente pela trompa e será implantado no útero, dando continuidade à gravidez e ao aleitamento.
Ou seja, em sua essência, a Progesterona tem a função primordial de assegurar a integridade da gravidez.

Lembrando que, se não houver fecundação, todo esse processo não terá utilidade. É quando a (sábia) natureza libera a camada interna do útero.

Ao desabar, o endométrio faz com que os vasos que o irrigam sangrem por alguns dias. Isto é, acontece a menstruação. A partir daí, o hipotálamo emite a mensagem para começar o ciclo todo outra vez.

E sabe aqueles sintomas desagradáveis que antecedem a menstruação, mais conhecidos como TPM? (Olha a Progesterona aí outra vez…).

Pois a predominância de Progesterona nas duas semanas que antecedem o sangramento faz com que haja retenção de líquido, inchaço e dor nas mamas, além de reduzir o brilho da pele, a lubrificação vaginal e a libido.

A Progesterona ainda dificulta o orgasmo feminino, a criatividade, aumenta o apetite e a temperatura corporal. E mais: a mulher fica mais dependente, insegura, irritada e carente.

O que, em muitos casos, atrapalha bastante as relações pessoais e profissionais, necessitando até mesmo de tratamento específico para aliviar os desconfortos físicos e psicológicos dessa fase.


Enquanto isso, no universo hormonal masculino…


Nos homens, a Testosterona domina o panorama hormonal, sendo responsável pelo aumento das massas muscular e óssea, além dos caracteres sexuais secundários.

No quesito comportamento, a Testosterona influencia especialmente dois aspectos típicos do sexo masculino: espírito de competição e agressividade.

E um detalhe importante para entender melhor a diferença entre Testosterona e Progesterona é que no primeiro caso não acontecem variações hormonais imprevisíveis – exceto o “salto” típico da puberdade, quando os níveis sanguíneos do hormônio aumentam rapidamente.

A complexidade hormonal das mulheres é claramente incomparável à dos homens, cujas concentrações de Testosterona em um determinado dia são praticamente iguais às do dia anterior ou às do mês seguinte.

É no avançar da idade que acontece o declínio natural – e geralmente lento – de Testosterona.
Já nas mulheres, não existem dois dias de um ciclo menstrual nos quais os níveis de Progesterona ou estrogênios sejam os mesmos. Fora as variações do decorrer da vida, em consequência da maternidade e da menopausa.

Enumerando assim as diferenças entre Testosterona e Progesterona fica até fácil de entender as diferenças tão marcantes entre os sexos. Parece mesmo a confirmação, com embasamento científico, de que “todos os homens são iguais” ou de que “não dá para entender as mulheres”.

Será?

Até a próxima!


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